30 de mar de 2009

Colégios invisíveis e gatekeepers

Olá. Algumas referências para a aula de hoje sobre Cultura organizacional e colégios invisíveis:

SILVA, Irlene Soares. Disseminação de conhecimento: um estudo sobre o papel dos gatekeepers em uma organização bancária. Brasília: UnB,2007 .

SANTANA, Celeste Maria de Oliveira. Colégios invisíveis na estratégia de bibliotecas especializadas. Revista de Biblioteconomia de Brasilia, Brasilia: ABDF, v. 9, n. 1, p. 61-65, jan./jun. 1981.

ARAÚJO, Vânia Maria R. H. Estudo dos canais informais de comunicação técnica: seu problema na transferência de tecnologia e na inovação tecnológica. Ciência da Informação, Rio de Janeiro, v. 8, n. 2, p. 79-100, 1979.

CRISTOVÃO, Heloísa. Da comunicação informal à comunicação formal: identificação da fonte de pesquisa através de filtros de qualidade. Ciência da Informação, Rio de Janeiro, v. 8, n. 1, p. 3-36, 1979.

MENGALLI, Neli Maria. Conceitualização de comunidade de prática. http://www.projeto.org.br/emapbook/

LE COADIC, Yves-François. A Ciência da Informação. Brasília: Briquet de Lemos. 2004. No capítulo 4, Coadic conceitualiza de forma sintética os termos Colégios invisíveis e Gatekeepers.

É isso aí. Até a noite.

Estela

Cultura Organizacional no Processo de Inteligência Competitiva

Aula do dia 30/03
Tema: Cultura organizacional

VALENTIM, Marta Lígia Pomim, WOIDA, Luana Marta. Cultura Organizacional no Processo de Inteligência Competitiva. DataGramaZero: Revista de Ciência da Informação. v.5, n.4, ago. 2004.

Para os temas da aula de 30/03 li o artigo mencionado acima. A autora apresenta o conceito de cultura organizacional como sendo a visão e forma de agir convencionada entre os indivíduos de determinada organização.
Para o processo de inteligência competitiva defende-se que a cultura organizacional pode ser gerenciada (o que é defendido pela corrente funcionalista) e influenciada pelos valores, crenças das pessoas envolvidas (o que é defendido pela corrente que define cultura organizacional sob uma perspectiva metafórica), uma vez que tais fatores influenciam o ambiente organizacional. Além disso, o artigo fala que as mudanças externas interferem na cultura organizacional, uma vez que trazem novos paradigmas que podem alterar os valores das organizações.
No que diz respeito ao processo de inteligência competitiva (IC), a autora diz que ele se inicia quando a organização se depara com um problema complexo e precisa de informações para saná-lo. Assim, a instituição investiga o ambiente externo e diagnostica o interno com o objetivo de traçar estratégias de ação. A percepção desse problema pode indicar a necessidade de uma adequação até na cultura organizacional da empresa, fazendo com que a organização se volte para o processo de aprendizagem.
No que diz respeito a necessidade de informação para o processo de inteligência competitiva apresenta a importância da identificação dos nichos de inteligência internos e externos à organização; importância de se acessar, coletar, selecionar e agregar valor aos dados, informações e conhecimentos; armazenar e tratar o que foi arrolado e disseminar e criar mecanismos de feedback para a geração de novos dados.

Marciléia (matutino)

29 de mar de 2009

Postagem dos textos lidos para as aulas

Finalmente, meus textos.



09/03 – Ciência, Tecnologia, Inovação? Discussão dos conceitos: Ciência, Tecnologia, Inovação, Pesquisa Científica, Pesquisa Básica, Pesquisa Aplicada, Pesquisa Tecnológica


SMIT, Johanna Whilhelmina. A pesquisa na área da Ciência da Informação. In:Transiformação, v.14,nº1, p.25-28, jan/jun, 2002.Disponível em:


16/03 - Política de ICT: panorama histórico e atual

MIRANDA, A.; Pesquisa em Ciência da Informação no Brasil: síntese e perspectiva. DataGramaZero: Revista em Ciência da Inormação, Brasília, DF, v. 1, n. 6, dez. 2000.

Trata de um histórico da pesquisa em CI no Brasil e suas desenvolturas em se firmar...

23/03 – Política, Economia e Regime de informação

CARVALHO, Adriane Maria Arantes de. PINHEIRO, Marta Macedo Kerr. Regime de informação em arranjos produtivos locais. IX ENANCIB, São Paulo,2008. Disponível em: http://tinyurl.com/ckgeam

O artigo discute a aplicabilidade do conceito de Regime de Informação em Arranjos Produtivos Locais (APL) utilizando-se do caso de Santa Rita do Sapucaí (MG).


30/03 - O Serviço de Informação e o Contexto Organizacional

NUNES, Sueli M. SANTOS, Luciana S. Políticas de informação e aprendizagem organizacional: desafios para a implantação de novas tecnologias em bibliotecas universitárias.In: CINFORM. ENCONTRO NACIONAL DE CIENCIA DA INFORMACAO, 5., 2004, Salvador. Anais. Salvador: Editora da Universidade Federal da Bahia, 2004. Disponível em: http://tinyurl.com/d26c5l

13/04 - Os principais agentes de geração e difusão de ICT

VALENTIM, Marta Lígia Pomim. Informação em ciência e tecnologia: políticas, programas e ações governamentais - uma revisão de literatura.
Disponível em: http://tinyurl.com/ckztqz


27/04- Institutos de Pesquisa: tipologia e missão

TOMIMORI, Sonia. Inteligência competitiva e área de informação tecnológica no Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo S.A . Relato de experiência.In: Ciência da Informação, Vol. 28, 1999. Disponível em: http://tinyurl.com/cwfzlp


04/05 - A cooperação Universidade-Empresa

Fujino, Asa. Política de informação e a hélice tripla; reflexões sobre serviços de informação no contexto da cooperação Universidade-Empresa . In Proceedings CINFORM - Encontro Nacional de Ciência da Informação V, Salvador - Bahia, 2004. Disponível em: http://tinyurl.com/ddgfw2



27 de mar de 2009

Referência das aulas

AULA - (09/03)
Ciência, Tecnologia e Inovação


1. Erber, Fábio Stefano. Perspectivas da América Latina em Ciência e Tecnologia. Parcerias Estratégicas, n. 8, 2000. Disponível em : http://www.fclar.unesp.br/eco/Erber(2000).pdf.

- No artigo, o autor discute as atividades científicas e tecnológicas desenvolvidas pelos diversos tipos de instituições, bem como a relação destas atividades com o contexto econômico definido pelas políticas públicas. Trata ainda das limitações existentes para as atividades de C&T na América Latina.

2. Rangel, Armênio Souza. Diagnóstico de C&T no Brasil. Ministério da Ciência e Tecnologia, Brasília, 1995. Disponível em : http://ftp.mct.gov.br/publi/PADCT/resarm.pdf.

- O autor discursa sobre o sistema de C&T no Brasil. Cita os gastos significativos que o país realiza em C&T no que tange Produto Interno Bruto (PIB), porém, mesmo com os investimentos possui pouca expressão perante a comunidade científica internacional. Rangel coloca como explicação para este fato as políticas de C&T brasileiras com foco na auto-suficiência científica e tecnológica.


AULA - (16/03)
Política de ICT: panorama histórico e atual


Pinheiro, Lena Vânia Ribeiro; Loureiro, José Mauro Matheus. Políticas Públicas de C&T, ICT e de Pós-graduação e o Surgimento da Ciência da Informação no Brasil. Disponível em : http://biblioteca.ibict.br/phl8/anexos/ict.pdf.

- Os autores comentam sobre as políticas públicas e sua relação com a Ciência da Informação brasileira.


AULA - (23/03)
Política, Economia e Regime de informação


Gonzáles de Gómez, Maria Nélida. Novos cenários políticos para a informação. Ciência da Informação, Brasília, v. 31, n. 1, p. 27-40, jan./abr. 2002. Disponível em : http://www.scielo.br/pdf/ci/v31n1/a04v31n1.pdf.

- A autora revisa, ao longo do artigo, conceitos sobre “política de informação”, “regime de informação”, confronta o termo “sociedade da informação” com o termo “infra-estrutura”, bem como o papel do Estado neste contexto.


AULA - (30/03)
O Serviço de Informação e o Contexto Organizacional


Borges, Mônica Erichsen Nassif. A informação como recurso gerencial das organizações na sociedade do conhecimento. Ciência da Informação, Brasília, v. 24, n. 2, 1995. Disponível em : http://revista.ibict.br/index.php/ciinf/article/view/551/500.

- O artigo trata da informação como um agente de transformação no ambiente organizacional. Ressalta a importância planejamento e implementação de produtos, serviços e sistemas de informação condizentes com a organização: sua missão, visão e valores.


Priscila (matutino)

24 de mar de 2009

Regimes de informação

Aula 4 Regimes e política de informação


O autor aborda a temática partindo da discussão sobre o controle da informação, passando pela noção da regimes de informação e psoteriormente a relevância do uso da estatística na área.

SENRA, N. C. . Regime e Política de Informação Estatística. São Paulo em Perspectiva, São Paulo, v. 16, n. 3, p. 75-85, 2002.

Jéssica

23 de mar de 2009

Regime de Informação

Olá Pessoal,

Achei este tema muito interessante.E pelo que me parece não tem muita bibliografia sobre o assunto. O texto que encontrei é muito bom e para quem não conhece do assunto conseguirá sanar algumas dúvidas com ele.

CARVALHO, A. M. A. Regime de informação e arranjos produtivos locais. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 8., 2008, São Paulo. Diversidade cultural e políticas de informação. Disponível em: . Acesso em: 19 mar. 2009.

Sobre regimes e políticas de informação

Olá, pessoas.

Há muitos textos sobre o assunto na internet, mas nem todos trazem o conceito de regime de informação. Gostei deste aqui, é bastante didático.

Construção participativa de instrumento de política pública para gestão e acesso à informação, de Gustavo Henrique de Araújo Freire, na Perspect. ciênc. inf. vol.13 no.3 Belo Horizonte Sept./Dec. 2008.

Boa leitura,

Estela

22 de mar de 2009

Referências Bibliográficas - Aula 3 - Regimes de Informação

GONZÁLEZ DE GOMÉZ, M. N. As relações entre ciência, Estado e sociedade: um domínio de visibilidade para as questões da informação. Ciência da Informação. Brasília, v. 32, n.1, p. 60-76, jan./abr. 2003. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ci/v32n1/15974.pdf


O artigo traz uma ótima definição para "Regime de Informação".
Outros assuntos: Inteligência científica; Integração dos conhecimentos; Estado; Ciência; Sociedade; Informação.



Outra sugestão:

UNGER, Roberto José Gervásio.Regimes de informação na sociedade da informação: uma contribuição para gestão da informação. Rio de Janeiro, 2006. Dissertação de Mestrado apresentada ao PPGCI - Ibict/UFF. Disponível em: http://www.bdtd.ndc.uff.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=1715

Assuntos: Regimes de informação; Sistemas de informação; Gestão da informação; Sociedade da informação.

Abr.
Geni A Toffoli
Referências Bibliográficas - Aula 2

VALENTIM, Marta Lígia Pomim. Informação em ciência e tecnologia: políticas, programas e ações governamentais – uma revisão de literatura. Ciência da Informação. Brasília, v. 311, n. 3, p. 92-102, set./dez. 2002. Disponível em: http://revista.ibict.br/index.php/ciinf/article/viewPDFInterstitial/154/133

Apresenta uma revisão do panorama histórico das políticas e programas governamentais para Ciência e Tecnologia a partir da segunda gestão de Getúlio Vargas (criação do CNPq e Capes) e enfatiza a importância da informação para o desenvolvimento de C&T.
Política de Informação; Informação em C&T; Sociedade da Informação; Indústria da Informação.


Outra sugestão:

MARCHIORI, Patricia Zeni. A ciência e a gestão da informação: compatibilidades no espaço profissional. Ciência da Informação. Brasília, v. 31, n. 2, p. 72-79, 2002. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ci/v31n2/12910.pdf

Abr. Geni A Toffoli - Biblioteconomia - Noturno

19 de mar de 2009

Política de ICT

Tema: Política de ICT

Texto 1

O texto traz um panorama da criação da Ciência da Informação no Brasil, partindo das origens na Documentação de Otlet, perpassando pelo pioneirismo acadêmico das pesquisas e destacando as principais instituições da área.
PINHEIRO, L. V. R. ; LOUREIRO, J. M. M. . Políticas públicas de C&T, ICT e de Pós Graduação e o surgimento da Ciência da Informação no Brasil. Revista de Cultura do Pará, Pará, v. 16, n. 1, p. 93-130, 2005.

Texto 2
Livro voltado para a discussão de coneceitos e metodologias na área da C.I. Relacionados ao tema da aula temos o capítulo 4 " Os conteúdos e a sociedade da Informação no Brasil" e o capítulo 5 "O Ensino da Biblioteconomia no Brasil".
MIRANDA, António.SIMEÃO, Elmira. (org)Ciência da informação: teoria e metodologia de uma área em expansão.Brasília: Thesaurus Editora, 2003.

Jéssica -Biblioeconomia Noturno

16 de mar de 2009

Ciência e tecnologia no Brasil: a lei da Inovação

Este texto foi apresentado num Congresso sobre gestão em 2008 e traz um estudo sobre a Lei da Inovação Tecnológica, investimentos públicos e privados e o modo como o Brasil trata suas pesquisas e pesquisadores. O pequeno investimento na área, comparado a outros países, seria um problema cultural?

SILVA, S. M. A.; MOTTA A. L. S. Ciência e tecnologia no Brasil: a lei da inovação. In: CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO, 4., 2008, Rio de Janeiro. Responsabilidade Socioambiental das Organizações Brasileiras. Disponível em: . Acesso em: 05 mar. 2009.

A Ciência da Informação: pesquisa e formação profissional

Pessoal,

Segue uma dica legal que será visto na aula de hoje.

Está na DataGrama Zero:

MIRANDA, A.; BARRETO, A. A. Pesquisa em Ciência da Informação no Brasil: síntese e perspectiva. DataGramaZero: Revista em Ciência da Inormação, Brasília, DF, v. 1, n. 6, dez. 2000.

Pesquisa Científica

Sobre Pesquisa Científica (tópico estudado na aula passada)segue uma recomendação:

Problemas atuais da pesquisa científica é um texto que está na Revista Brasileira de Nutrição Clínica que relata a situação da pesquisa pós internet. Um pouco curto, mas vale a leitura!

FAINTUCH, J.; FALCAO, M. C. Problemas atuais da pesquisa científica. Revista Brasileira de Nutrição Clínica, São Paulo, v.22, n. 2, p. 91-2, abr./jun. 2007.

Políticas de informação e programas nacionais sobre o tema s

Olá!

Também recomendo este texto, traz um bom panorama sobre a questão das políticas de informação no Brasil:

Políticas de Informação e os Programas Nacionais de Políticas Públicas de C&T, ICT e de pós-graduação e o surgimento da Ciência da Informação no Brasil. - Lena Vania Ribeiro Pinheiro (IBICT) e José Mauro Matheus Loureiro (UNIRIO). 2004.

Abraços,

Estela

Sobre Inovação e tecnologia

Encontrei este texto, que trata de alguns dos conceitos vistos na aula passada, e sua atuação na prática, numa instituição voltada ao uso das tecnologias e da informação, o CENPRA.

Neste link http://www.bibliotecadigital.puc-campinas.edu.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=143, é possível ler o texto de BERTON, Mônica A. M. A., na íntegra.

Até mais,

Estela

A informação científica e tecnológica brasileira no âmbito da Sociedade da Informação: uma análise das iniciativas governamentais

Colegas,
Texto interessante que pode se encaixar na aula de hoje. Traz um breve panorama da política brasileira da ICT. Aborda iniciativas governamentais referentes à gestão da Informação Científica e Tecnológica (ICT) a partir da leitura crítica de quatro publicações oficiais - inicialmente do Livro Branco: Ciência, Tecnologia e Inovação, na seqência o Livro Verde da Sociedade da Informação no Brasil, Ciência e Tecnologia para a construção da Sociedade da informação e Contribuição para políticas de Informação Científico-Tecnológica.


Silva, Fábio Mascarenhas e. A informação científica e tecnológica brasileira no âmbito da Sociedade da Informação: uma análise das iniciativas governamentais. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, 2005, vol. 2, n. 2. [cited 3/12/2009]. Available from WWW: http://eprints.rclis.org/4170

15 de mar de 2009

Referências Bibliográficas – Aula 1 – Informação, Ciência e Tecnologia (CBD0264)

CALDAS, Ruy de Araújo. A construção de um modelo de arcabopuço legal para Ciência, Tecnologia e Inovação. In: Parcerias Estratégicas. Brasília, n. 11, p. 5-27, jun, 2001. Disponível em: http://ftp.mct.gov.br/CEE/revista/Parcerias11/01ruicaldas.PDF

O texto aborda as questões legais relacionadas com a gestão de CT&I, a natureza da atividade de C&T e as particularidades do processo de inovação. Aborda a fundamentação teórica sobre o papel do Estado brasileiro, diferentes alternativas e possíveis arranjos institucionais objetivando a formatação de um arcabouço legal com vistas a uma Lei para promoção da Ciência, Tecnologia e Inovação.


Além deste texto, recomendo a visita ao site http://www.comciencia.br/ . Trata-se da Revista Eletrônica de Jornalismo Científico, uma publicação da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência.

Abraço a todos,

Geni A. Toffoli - Biblioteconomia - Noturno

14 de mar de 2009

Ciência e Universidade no terceiro mundo: a experiência frustrada do Brasil

Durante a última aula, o assunto da Ciência no Brasil e da "fuga de cérebros" foi abordado brevemente pela professora. Um artigo que recomendo sobre este assunto é: "Ciência e Universidade no terceiro mundo: a experiência frustrada do Brasil", disponível no livro: "Ciência e Liberdade: escritos sobre Ciência e Educação no Brasil" de José Leite Lopes. Nele, o autor aborda a situação da dependência dos países subdesenvolvidos em relação aos desenvolvidos, e como esta dependência se configura em um obstáculo a todo esforço de modernização dessas sociedades. O artigo é dividido em tópicos: A "ajuda" dos Estados Unidos, A Ciência e a Universidade, a Ciência e o Estado, e a Ciência e a Indústria. Acho que, em grande parte, a intenção do autor é mostrar a Ciência dentro de um projeto maior, dentro da política de governos para ela, e, com isso, explicitar como a "exportação de cérebros" e a importação de uma Ciência estrangeira, não contribuem para os interesses nacionais e para a soberania de um país.
Fica a dica do artigo e do livro, que possui outros artigos sobre o tema.

Saudações,

Aline T.
4º biblio - noturno

11 de mar de 2009

Textos sobre CT&I

CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO NO PÓLO TECNOLÓGICO DE SÃO CARLOS

Analisar atividades de CT&I é um desafio para a definição de políticaspúblicas. O uso da bibliometria permite diagnosticar, analisar e construir indicadores deCT&I mais consistentes. São Carlos foi escolhida como foco pois: a) há poucaspesquisas sobre CT&I em sistemas locais e os processos inovativos são altamentelocalizados; b) reúne conjunto significativo de empresas de alta tecnologia; c) é a sextacidade do país em número de publicações científicas, segundo a Web of Science.O artigo apresenta elementos conceituais de construção de indicadores de ciência, tecnologia e inovação e resultados parciais referentes à primeira fase da pesquisa em andamento, "Indicadores de CT&I do Pólo Tecnológico de São Carlos: contribuições para um sistema local de inovação", desenvolvida no âmbito do Departamento de Ciência da Informação da UFSCar e que conta com o apoio do CNPq através do Edital Universal. Esta pesquisa insere-se na área de Ciências SociaisAplicadas, no campo da Ciência da Informação e neste contexto os autores consideram que é deextrema relevância trazer os aportes teóricos desta área de conhecimento para a construção de um referencial teórico consistente. Ademais, as inúmeras reflexões propiciadas pelo desenvolvimento do tema “Indicadores de Ciência e Tecnologia” expostas neste artigo são fruto de reflexões teóricas e de práticas de pesquisa que já vêm sendo realizadas pelos autores nesta área.Um segundo texto que também coletei: A construção de um modelo de arcabouço legal para Ciência, Tecnologia e Inovação /RUY DE ARAÚJO CALDAS fala do “Projeto Diretrizes Estratégicas para Ciência, Tecnologia e Inovação em um Horizonte de 10 anos” (DECTI), do MCT e propõe a discussão do futuro da ciência, tecnologia e inovação (CT&I) com base em temasconsiderados prioritários e com suficiente abrangência no contexto sócio-econômico nacional. Objetiva envolver a sociedade no debate sobre a importância da CT&I como auxiliar na superação dos problemas do país e para a promoção do desenvolvimento sustentável e, por outro lado, visa abrir um amplo debate que conduza à definição de diretrizes e estratégiaspara CT&I nos próximos dez anos.Meus textos se preocupam mais com a construção de indicadores de CT & I e não com os conceitos pedidos e definidos em aula pela professora Asa. Acredito que estes servirão para aulas futuras.

Referência bibliográfica
Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Vol. 3, Nº. 2, 2005 , pags. 17-30

Um segundo texto que também coletei: A construção de um modelo de arcabouço legal para Ciência, Tecnologia e Inovação /RUY DE ARAÚJO CALDAS fala do “Projeto Diretrizes Estratégicas para Ciência, Tecnologia e Inovação em um Horizonte de 10 anos” (DECTI), do MCT e propõe a discussão do futuro da ciência, tecnologia e inovação (CT&I) com base em temasconsiderados prioritários e com suficiente abrangência no contexto sócio-econômico nacional. Objetiva envolver a sociedade no debate sobre a importância da CT&I como auxiliar na superação dos problemas do país e para a promoção do desenvolvimento sustentável e, por outro lado, visa abrir um amplo debate que conduza à definição de diretrizes e estratégiaspara CT&I nos próximos dez anos.

RUY DE ARAÚJO CALDAS é Doutor em Bioquímica, Professor Titular Aprosentado da
Universidade de Brasília – UnB, Diretor do curso de Pós-Graduação em Biotecnologia Genômica da Universidade Católica de Brasília.
Meus textos se preocupam mais com a construção de indicadores de CT & I e não com os conceitos pedidos e definidos em aula pela professora Asa. Acredito que estes servirão para aulas futuras.

Silvia Leticia - noturno

Referências Bibliográficas- Aula 1

SMIT, Johanna Whilhelmina. A pesquisa na área da Ciência da Informação. Transiformação, v.14,nº1, p.25-28, jan/jun, 2002.

Temas abordados:
-Ciência da Informação como Ciênica Aplicada;
- 3 linhas de pesquisa científica: voltadas aos estoques mentais; outras para questões concietuaise ainda as que se preocupam com a circulação social da informação;
- Indagações acerca das indefinições do objeto da Ciênica da Informação: A Informação.

VARGAS, Nilton. A tecnologia é de Deus ou do Diabo? - Visões e conceitos de Tecnologia. Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento. Brasília, CNPq: UNESCO, 1983,v.8, p.81-96.

Temas abordados:
-Breve histórico sobre a Tecnologia Moderna;
-Definição clássica de tecnologia;
- Distinção entre técnica e tecnologia;
- Contextos da tecnologia coisificada, como uma necessidade social e esperança social.
- Relativização do conceito (Nem como Deus, nem diabo, mas resultado das intenções e dos atores envolvidos).

Biblioteconomia- Noturno
Jéssica Câmara Siqueira

9 de mar de 2009

Texto sobre Inovação Tecnologica

http://www.cori.rei.unicamp.br/CT/resul_trbs.php?cod=241
Encontrei este texto e achei interessante o que li no resumo. volto depois da leitura do mesmo para deixar minhas impressões.

Texto: Estudo do uso de fontes de informação para inovação tecnológica na indústria brasileira

Este foi o texto que li sobre um dos conceitos que seriam discutidos na aula do dia 09/03, mais especificamente o conceito de inovação.
No artigo é apresentado o conceito dado pela Pesquisa Industrial de Inovação Tecnológica (PINTEC) realizada no ano de 2000 pelo IBGE.
A pesquisa "reconhece uma inovação tecnológica como sendo a implementação de processos e produtos (bens e serviços) tecnologicamente novos ou substancialmente aprimorados. Essa implementação ocorre quando o produto é introduzido no mercado [inovação de produto], ou o processo passa a ser operado pela empresa [inovação de processo]" (SUGAHARA, 2005, p. 47).
Além do conceito, o artigo analisa a intensidade com que as indústrias lidam com suas fontes de informação e quais elas julgam ser mais relevantes, se as fontes de informação internas (departamento de P&D) ou se as externas (mercado, universidades, institutos de pesquisa). A partir dessa análise, o artigo conclui que o grau de inovação de uma empresa está relacionado ao tipo de fonte de informação que ela utiliza. Assim, uma empresa que considera mais relevante obter informações de universidades e instituições de pesquisa, por exemplo, terá um grau de inovação maior do que aquela que julga as informações de mercado mais relevantes.

Referência Bibliográfica

SUGAHARA, Cibele Roberta, JANNUZZI, Paulo de Martino. Estudo do uso de fontes de informação para inovação tecnológica na indústria brasileira. Ciência da Informação. Brasília, v. 34, n. 1, p. 45-56, jan./abr. 2005.

3 de mar de 2009

Programa da disciplina 2009

Escola de Comunicações e Artes
Departamento de Biblioteconomia e Documentação
Disciplina: Informação Científica e Tecnológica”
( Profa. Dra. Asa Fujino , março de 2009)




Objetivo geral: Discutir e possibilitar reflexões sobre “Ciência e Tecnologia” e os principais atores no processo de inovação científica e tecnológica. Discutir e refletir sobre as políticas de ICT e o impacto sobre a gestão de Serviços de Informação Científicos e Tecnológicos e outros Serviços de Informação Especializados.

Objetivo específico: Contextualizar e caracterizar cada Serviço de Informação no contexto organizacional ao qual pertence, a fim de refletir sobre os fatores a serem observados no planejamento de seus produtos e serviços, de forma a garantir maior relevância e pertinência ao usuário.

Metodologia: Aulas teóricas, baseadas em discussão de tópicos da bibliografia proposta pelos alunos, apresentação e discussão de contextos específicos.

Bibliografia: A bibliografia será compilada ao longo da disciplina, com a participação do(a) professor(a) e dos alunos.
Ao longo da disciplina, cada aluno(a) deverá contribuir com, no mínimo, 1 referência sobre cada um dos temas abordados nos tópicos do programa.

Avaliação: Critérios de avaliação da disciplina
 contribuição do(a) aluno(a) para elaboração da bibliografia
 participação do(a) aluno(a) nas aulas, particularmente nas discussões
 apresentação de um contexto previamente selecionado pelo aluno
 apresentação do relatório final sobre o contexto discutido


Programa:
02/03 - Apresentação da Disciplina
 Inserção da disciplina no contexto do Curso
 Apresentação e discussão do programa e da metodologia do curso
 Apresentação dos alunos
 Orientações gerais para realização das pesquisas temáticas
 Orientações gerais para realização das pesquisas de contextos especializados

09/03 – Ciência, Tecnologia, Inovação Discussão dos conceitos: Ciência, Tecnologia, Inovação, Pesquisa Científica, Pesquisa Básica, Pesquisa Aplicada, Pesquisa Tecnológica
 Políticas de C&T no Brasil: panorama histórico e diretrizes atuais
 16/03 – Política de ICT: panorama histórico e atual
 A Ciência da Informação: pesquisa e formação profissional
 Políticas de ICT no Brasil: panorama histórico e diretrizes atuais
 Políticas C,T&I e o Desenvolvimento dos Serviços de Informação


23/03 – Política, Economia e Regime de informação
 Regime de Informação centrado no Estado
 Regime de Informação centrado na Economia e no Mercado

30/03 - O Serviço de Informação e o Contexto Organizacional A Cultura Organizacional e o Serviço de Informação
 Linguagem e Cultura Organizacional
 Mediação no Serviço de Informação
 Transferência de Informação/Os Canais de Comunicação em C&T
 Os "Gatekeepers", Colégios invisíveis, Comunidades de prática


13/04 - Os Principais Agentes de Geração e Difusão de ICT
- A Universidade: análise do contexto universitário
 O tripé: Pesquisa, Ensino, Extensão
 Modelos de universidades
 A estrutura organizacional universitária
 IES – Instituições de Ensino Superior
 O papel dos Serviços de Informação em instituições acadêmicas
 Características da Informação Científica:produção e uso
 Características dos potenciais usuários

27/04- Institutos de Pesquisa: tipologia e missão Pesquisa Aplicada, Pesquisa Tecnológica, Pesquisa Industrial, P,D & E
 Estudos de Oferta e Estudos de Demanda de Tecnologia
 O Papel dos Centros de Documentação / Informação Técnica
 Características da Informação Tecnológica: produção e uso
 Características dos potenciais usuários

04/05 - A cooperação Universidade-Empresa Serviços de Informação no Contexto da cooperação U-E
 O espaço de aprendizagem
 Compatibilização de linguagens
 A universidade corporativa
 Organizações Baseadas no Conhecimento



11/05 – Discussão de contextos (Saúde)

18/05 - Discussão de contextos (Jurídica)

25/05 – Discussão de contextos (Indústria)

01/06 – Discussão de contextos (Comunicações)

15/06 = Discussão de contextos (Serviços)

22/06 – Discussão de contextos (Comércio)

29/06 – Sistematização dos contextos discutidos.
Apresentação dos relatórios finais e avaliação da disciplina

Boas vindas

Caros Alunos (ICT 2009 )

Sejam benvindos ao blog.
Ele foi pensado como um espaço de compartilhamento de informações, impressões, reflexões, experiências, críticas, discussões...e o que mais acharem importante para melhor desenvolvimento da disciplina.
Sintam-se à vontade para opinar e sugerir alterações no programa proposto.
Até breve

Asa